Não sei até quando poderei conviver com tamanha falta de cultura, em uma sala com concentração de, pelo menos, 10 ignóbeis por m². Por quê, Jeová, eles são assim? Por quê insistem em ser tão cerebralmente inferiores? Convenhamos, não é tão difícil ler. Menos difícil ainda ligar a televisão e assistir ao Jornal Nacional, ao invés de Pânico. Ou ver Pânico mesmo... (Nada contra Pânico. Ou não.). O que não pode é um indivíduo de tal classe social, chegar em uma sala de aula e dirigir ao professor de História tal pergunta: "O que é uma trincheira?". Ou melhor: "Como se escreve 'promessa'?" Dói. Eu sei, dói. E é estas atrocidades que eu, em minha santa existência, aturo todos os dias. Já não sei mais se vou me controlar ao ouvir mais uma vez nosso querido Juju-Topetão perguntar como se escreve 'beligerante' ou 'Bolchevique', ou 'Alsácia-Lorena'. Nem mesmo se vou suportar suas 'opiniões'.
Dói mais ainda saber que este bípede não identificado pela ciência é o futuro de nossa nação. Tenso.
Mas como disse certo apóstolo, ou outro ser, cujo nome não me vem à cabeça agora: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que dizem.”
segunda-feira, 1 de junho de 2009
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(palmas)
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